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Passage pretende ser uma revista em permanente construção e desconstrução nesta cultura de fim de milênio, uma espécie de crônica fragmentada de uma nova sociedade voltada para a cultura digital.

Neste espaço artigos aparecerão e desaparecerão sem qualquer compromisso com tempo, frequência, periodicidade, assunto, idioma, e com o próprio espaço. Esqueça as revistas convencionais.

Lazer ou negócios, moda ou tecnologia, on-line ou off-line, solidão ou interatividade, corpóreo ou fragmentado, em foco ou fora-de-foco, poesia ou religião, tudo aqui pode ser assunto, sem qualquer prioridade ou hierarquia, desde que tenha a ver com a atitude, o comportamento e o modo de vida desta emergente sociedade digital.

Os artigos serão curtos - por isso fragmentos -, mas enriquecidos por links que o possibilitarão viajar através do planeta, sempre que você achar que o assunto tenha a ver com a sua vida neste fim de milênio.

Os textos curtos e breves devem ser considerados apenas como um ponto de partida, como o início de uma viagem por este novo, pequeno e imenso mundo globalizado. A grande aventura está no mistério da viagem que você vai fazer através do planeta.

Em Passage nada é permanente, inclusive este editorial que você está lendo, porque se este texto for deletado agora os seus links se perderão e esta informação jamais poderá ser reconstituida. Mas as informações que você vai encontrar no caminho são da melhor qualidade disponível no planeta, por isso devem ser usadas no momento em que estiverem disponíveis.

Informações, idéias, imagens e até mesmo personagens poderão desaparecer. Algumas deixarão de existir porque mudarão de endereço, outras porque serão deletadas e outras até mesmo porque seus autores desejarão que elas deixem de existir.

Ao clicar alguns desses links, daqui há alguns meses, você poderá encontrar apenas fósseis de bits perdidos, assim como os restos de uma cidade abandonada no meio do sertão de Pernambuco. E depois essa mesma palavra poderá ressurgir às margens do Sena, para todos saberem que um dia ela existiu.

Essa é a nova palavra: efêmera e volátil, mas presente e poderosa enquanto disponível.

Passage procurará sempre dar uma prioridade maior à objetividade do texto e hipertexto do que à gramática, uma contemplação maior ao acesso rápido e fácil à informação do que ao design e diagramação tradicional da mídia impressa.

Se estivéssemos duas décadas atrás na linguagem, eu diria que Passage é apenas um breve registro da passagem do fim de milênio, uma grande história fragmentada em mil pedaços de noite e esparramada pelas manhãs deste nosso tempo caduco.

Uma boa viagem para todos nós.

The Passenger

Agosto de 1995



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